Campanha de Jack Rocha denuncia ataque com explosivo no ES
Segundo a equipe da deputada, duas trabalhadoras ficaram feridas; campanha também questiona vídeo de policial militar sobre a ocorrência.
A campanha da deputada federal Jack Rocha (PT-ES), candidata à reeleição, afirmou que um artefato explosivo foi lançado contra integrantes de uma atividade eleitoral realizada na manhã deste sábado (19), em Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo. Duas trabalhadoras teriam sido atingidas e sofreram pequenas escoriações.
De acordo com a campanha, as duas mulheres receberam atendimento após o episódio. A equipe da deputada informou que pretende entregar às autoridades os registros relacionados ao caso e pedir uma investigação sobre o lançamento do artefato.
O episódio foi publicado pela denúncia de ameaças envolvendo outras parlamentares, em um contexto de acusações de violência política.
Campanha questiona conduta de policial
Além da explosão, a campanha afirmou que vai comunicar formalmente às autoridades a conduta de um policial militar que atendeu a ocorrência. Segundo a equipe de Jack Rocha, o agente publicou depois um vídeo sobre o caso em tom de deboche nas redes sociais. A postagem foi apagada, mas a campanha declarou ter preservado o conteúdo.
A deputada classificou o episódio como incompatível com uma disputa eleitoral democrática. “Vamos procurar as autoridades, apresentar todos os registros e exigir que os fatos sejam investigados com rigor”, afirmou. Ela também disse que ninguém deveria ter medo de participar de uma eleição por causa de sua posição política.
Em nota, a campanha declarou que pessoas que trabalhavam e conversavam com eleitores foram atingidas e ficaram feridas. Para a deputada, o caso ultrapassa uma divergência política e deve ser apurado pelas autoridades.
Manifestação oficial ainda não foi divulgada
A reportagem que publicou o relato procurou a Secretaria de Segurança Pública do Espírito Santo para obter informações sobre a ocorrência e eventual apuração da conduta do policial. Até a publicação do material, não havia manifestação da secretaria registrada no conteúdo disponível.
As circunstâncias do lançamento, a identificação do artefato e a eventual responsabilização dos envolvidos não foram informadas. As acusações apresentadas pela campanha ainda dependem de investigação e de manifestação das autoridades responsáveis.
