Desaprovação de Trump chega a 59,8% e economia lidera preocupações da população
Uma pesquisa realizada pela AtlasIntel revela que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, enfrenta um índice elevado de desaprovação ao iniciar seu segundo ano de mandato. O estudo, que se concentrou em preocupações com a inflação, o custo de vida e a deterioração econômica, aponta que 59,8% dos entrevistados desaprovam suas ações, enquanto apenas 39,5% as aprovam.
Desempenho negativo
A série histórica da AtlasIntel indica que a desaprovação do presidente tem se mantido consistentemente acima da aprovação nos últimos meses, atingindo quase 60% em maio de 2026. A avaliação qualitativa revela que 60% dos participantes consideram seu desempenho como ruim ou muito ruim, enquanto 37,2% o classificam como bom ou excelente, e apenas 2,7% o veem como regular.
Desafios econômicos
Quando questionados sobre os principais desafios enfrentados pelo país, a maioria dos entrevistados destacou questões econômicas. As preocupações com a inflação e o custo de vida foram mencionadas por 48,6% dos participantes, seguidas por questões relacionadas à economia e ao mercado de trabalho, com 41,1%. No que diz respeito à gestão econômica, 59% consideram a administração atual insatisfatória, e 52% acreditam que a situação irá piorar. Em relação ao mercado de trabalho, 61% avaliam o cenário atual como ruim, e 53% projetam uma deterioração.
Preferência política
Em um cenário hipotético para as eleições de meio de mandato da Câmara, 54,6% dos entrevistados afirmaram que votariam em um candidato democrata, enquanto 40,1% optariam por um republicano.
Conflito com o Irã
O levantamento também abordou a reação dos cidadãos a possíveis ataques militares dos EUA contra o Irã em 2026. Os resultados mostram que 59,2% dos entrevistados se opõem a essa ação, enquanto 38,9% se mostram favoráveis. Além disso, 67,8% acreditam que essas ações aumentam o risco de futuros atentados terroristas contra cidadãos americanos, e 58,5% consideram que a operação pode incentivar o Irã a desenvolver armas nucleares.
A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 7 de maio de 2026, com um total de 2.069 entrevistados.
