Lula defende Trump e critica violência política como ameaça à democracia

Um ataque a tiros interrompeu um jantar com jornalistas e correspondentes da Casa Branca, ocorrido no sábado (25) em Washington, onde estava presente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O incidente gerou grande preocupação e repercussão, levando o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, a manifestar solidariedade.

Em uma declaração feita neste domingo (26), Lula expressou seus sentimentos ao presidente americano e à primeira-dama, Melania Trump, além de todos os participantes do evento. “O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, afirmou o presidente brasileiro.

O ataque aconteceu durante um jantar em que Trump participava pela primeira vez. O suspeito, um homem de 31 anos identificado como Cole Tomas Allen, foi detido. Ele reside na Califórnia e estava hospedado no Washington Hilton, local do evento promovido pela Associação de Correspondentes. Após o ataque, Trump descreveu o agressor como “uma pessoa doente” e “um lobo solitário”.

O suspeito será formalmente acusado nesta segunda-feira (27), conforme informações da promotoria federal. Allen trocou tiros com agentes do Serviço Secreto, mas não sofreu ferimentos. Ele comparecerá diante de um juiz do tribunal distrital dos Estados Unidos. A promotora federal Jeanine Pirro revelou que ele enfrentará acusações de uso de arma de fogo durante um crime violento e agressão a um agente federal com uma arma perigosa.

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