Suspeito de atentado a tiros próximo à Casa Branca é encontrado morto
Tiros foram disparados nas proximidades da Casa Branca, resultando em um bloqueio temporário da área. O incidente ocorreu no início da noite deste sábado (23), com a suspensão do isolamento registrada por volta das 18h45 (horário do leste dos EUA).
O Serviço Secreto confirmou que o principal suspeito dos disparos, que aconteceu na interseção da 17th Street com a Avenida Pensilvânia, faleceu após ser atingido em um confronto. Durante a troca de tiros, duas pessoas ficaram feridas, entre elas o próprio suspeito e um transeunte que estava nas imediações. Ambos foram levados a um hospital em estado grave.
Em comunicado, o Serviço Secreto relatou: “Pouco após as 18h, um homem na área mencionada sacou uma arma de sua bolsa e começou a disparar.” De acordo com informações da Fox News, pelo menos 30 tiros foram ouvidos durante o episódio. O Serviço Secreto também informou que revidou aos disparos, resultando na morte do suspeito, que foi transportado para um hospital local, onde não resistiu aos ferimentos. A condição da segunda vítima ainda não foi divulgada.
Investigação em andamento
As autoridades estão atualmente investigando o incidente e novas informações serão disponibilizadas assim que forem apuradas.
Trump presente no local
Na hora do ocorrido, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estava dentro da Casa Branca. O bloqueio foi levantado após a situação ser controlada. Minutos antes do tiroteio, Trump participava de negociações sobre um acordo com o Irã. Em uma postagem no Truth Social, o presidente mencionou que um “acordo amplamente negociado” estava aguardando finalização, envolvendo os Estados Unidos, o Irã e outras nações. Ele também destacou uma conversa produtiva com o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Histórico recente de tiroteios
Este incidente ocorre menos de um mês após um evento que também estava associado ao presidente Trump, quando tiros foram disparados em um hotel em Washington. Na ocasião, um homem de 31 anos, identificado como Tomas Allen, foi preso e acusado de tentativa de homicídio contra Trump. Durante o tiroteio, os convidados do jantar de gala da Associação de Correspondentes da Casa Branca buscaram abrigo sob as mesas, demonstrando o clima de tensão que permeava a situação.
O episódio destaca a crescente preocupação com a segurança em torno de figuras públicas e eventos oficiais, evidenciando a necessidade de medidas rigorosas para garantir a proteção de todos os envolvidos.
