TCM quer saber quanto custou a destruição do pedágio da Linha Amarela

O órgão de fiscalização enviou uma série de ofícios ao Poder Executivo.

O Tribunal de Contas do Município quer saber exatamente como foi realizada a ação de destruição da praça de pedágio da Linha Amarela realizada pela Prefeitura do Rio no último dia 27, antes que a Câmara autorizasse a encampação da via.

O órgão de fiscalização enviou uma série de ofícios ao Poder Executivo, requisitando informações à Secretaria de Transportes, ao Gabinete do Prefeito e à Secretaria de Infraestrutura, Habitação e Conservação, além da Guarda Municipal, e das estatais Comlurb, Cet-Rio, e Rioluz.

Além do custo geral de toda a operação, o TCM também busca apurar quem determinou a realização da ação, todos os equipamentos utilizados — e contratos aos quais estão vinculados, funcionários participantes, volume de material removido (incluindo local de descarte) e todos os órgãos públicos envolvidos na ação.

No Diário Oficial desta segunda-feira (11), o prefeito Marcelo Crivella (PRB) regulamentou a lei para encampar a Via Amarela. A SMTR deverá apresentar um estudo em até 60 dias ” sobre a viabilidade de celebração de nova concessão ou de prestação direta do serviço”. Em até um mês também deverá ser apresentado um parecer sobre uma “nova política tarifária” para via.

Fonte Berenice Seara

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