Justiça determina que a prefeitura se abstenha de encampar a gestão da Linha Amarela

De acordo com a decisão, antes deve haver um processo administrativo e pagamento da indenização.

A votação em segundo turno está agendada para a próxima terça-feira (5). O placar final da votação nesta sexta-feira foi de 43 votos favoráveis a 0. Oito vereadores não compareceram à sessão.

Mesmo considerando que a análise foi apressada, o vereador do PSOL Renato Cinco, avalia que a questão já era discutida e havia consenso entre os parlamentares.

Já o presidente da Câmara não viu problema no tempo de discussão. Ele explicou que as comissões vão discutir os acréscimos e alterações na segunda-feira, um dia antes de voltar o assunto na pauta do plenário. O emedebista Jorge Felippe adiantou que as compensações para a empresa vão ser objetos de debates.

Também nesta sexta, o deputado federal Marcelo Calero entrou com representação no Ministério Público do Rio pedindo o afastamento do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, por improbidade administrativa e também a instauração de inquérito civil para investigar o contrato de concessão da Linha Amarela.

O parlamentar alega danos ao patrimônio público pela quebra de cancelas e de parques de pedágio ao cancelar as cobranças, no fim de semana passado.

A Procuradoria-Geral do Município chegou a solicitar à Justiça a suspensão do processo entre a cidade e a Lamsa, até que haja uma decisão do Poder Legislativo carioca. Apesar do Judiciário ainda não ter analisado o pedido, a cobrança da tarifa de R$ 7,50 voltou a ser feita aos motoristas que trafegam no sentido Barra desde a meia-noite. Quem segue no sentido Centro encontra trânsito livre. Porém, a previsão de retomada do pedágio deve acontecer em até 48h.

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