Argentina enfrenta incertezas pós-aposentadoria de Messi e futuro indefinido de Scaloni
Lionel Messi anunciou sua aposentadoria da seleção argentina após 21 anos, deixando um grande vazio na equipe tricampeã mundial. O capitão encerra sua trajetória aos 39 anos, após marcar oito gols e ser destaque na Copa do Mundo de 2026, quando a Argentina caiu na final contra a Espanha em 19 de julho.
O impacto da saída do maior artilheiro da história do país é comparado ao da despedida de Diego Maradona, há mais de 30 anos. Messi afirmou ter dado tudo e reconheceu o surgimento de novos talentos que merecem espaço na seleção.
Além da ausência de Messi, há incertezas sobre a continuidade do técnico Lionel Scaloni, cujo contrato termina em dezembro de 2026. Scaloni, que liderou a era de ouro da seleção, ainda não decidiu se permanecerá no cargo e ressaltou a dificuldade de manter o mesmo nível após a saída do astro.
O elenco também passa por outras mudanças, com a aposentadoria do zagueiro Nicolás Otamendi e dúvidas quanto a jogadores como o goleiro Emiliano “Dibu” Martínez e o meio-campista Leandro Paredes, que questionou seu futuro na equipe sem Messi.
Durante a próxima data Fifa, que começa em três semanas, a Argentina não tem amistosos confirmados, mas a Associação do Futebol Argentino (AFA) pretende realizar uma homenagem a Messi diante da torcida. A seleção enfrentará desfalques devido a suspensões de titulares após incidentes na final.
Classificada para a próxima Copa do Mundo como uma das sedes, a Argentina ainda não sabe se disputará as eliminatórias sul-americanas, já que o número de participantes não foi definido.
Enquanto isso, nomes como Cristian Romero, Enzo Fernández e Julián Álvarez são apontados como líderes da nova geração que deve conduzir a ‘Albiceleste’ no próximo ciclo.
Com informações de www.gazetaesportiva.com.
